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Wed, Sep

Contam os mais antigos, que um patriarca de uma grande família, lá pras bandas de Raposa – MA, era conhecedor de muitas rezas e orações, que o protegia de tudo e de todos que o tentassem atingir. E que essas rezas e orações constavam em um livreto de família, passado de pai para filho de acordo com o merecimento. Esse pescador de porte atlético e altura mediana, além de tranquilo, também era muito brincalhão.

E sempre tinha respostas e recomendações para todos que o procurasse. Porém, não levava desaforo para casa, e ai de quem mexesse com os seus. Suas pescarias eram sempre bem sucedidas, pois cautelosamente sabia o local e a hora exata de colocar a rede de pesca no mar.

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Nos tempos antigos, para muitos católicos praticantes, a Sexta-feira Santa era realmente Santa. Era um dia dedicado ao Jejum, à oração, ao arrependimento, ao perdão, ao reencontro de familiares e também de muita fartura.

Na Sexta-Feira Santa! Ai de quem falasse alto, varresse casa, penteasse o cabelo, fizesse amor, batesse ou brigasse com alguém, quebrasse o jejum, ou fizesse esforço físico.

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Certo dia quando se aproximavam para despescar um curral na Praia de Carimã, no município de Raposa – MA., três pescadores foram surpreendidos com o pouso de uma aeronave de pequeno porte, de onde desceram um casal, acompanhado de um importante político deste Estado.

Ao se aproximarem dos pescadores, pediram para acompanhá-los na despesca. Permissão concedida, partiram todos em direção ao curral. O casal de amigos ficou um pouco mais afastado, e o importante político acompanhou os três pescadores até a área onde ficam os peixes.

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Certa vez por ocasião do período farto da Tainha, 12 pescadores saíram em 4 embarcações do tipo Biana a remo, para pescar nas proximidades da Ilha de Itaputíua, no município de Raposa - MA.

Era noite de escuro e após atravessarem suas redes nos igarapés próximo à ilha, remaram para a praia com a finalidade de se alimentar e depois dormirem um pouco, até chegar a hora de retirarem suas redes de pesca do canal. Deitaram-se todos enfileirados um ao lado do outro na areia branca da praia e como um deles era muito medroso, não consegui dormir.

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Num final de tarde em uma humilde casa de palha, lá pras bandas do Porto do Bimba, no município de Raposa – MA. Uma mulher grávida do seu primeiro filho, conta ao seu esposo que era pescador, que estava desejando comer tainha moqueada.

Ele disse-lhe que ela estava com história, e ela falou pra ele que não gostaria que seu filho nascesse com cara de peixe. E insiste que ele tem providenciar o bendito peixe, e naquela hora. E mesmo cansado, depois de passar o dia inteiro remendando suas redes de pesca.

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Em um rancho com paredes e teto palhas de palmeira, lá pras bandas do Porto do Braga, no Município e Raposa – MA. Residia um solitário catador de caranguejos, de aparência e gestos bem serenos, de fala mansa e um jeito bem diferenciado em seu caminhar.

Que gostava de usar um chapéu de palha e pitar um cigarrinho de fumo caipora. Era considerado o melhor catador de caranguejos do pedaço. Só que ninguém entendia por que mesmo nos períodos mais difíceis de si encontrar o desejado crustáceo.

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